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terça-feira, 17 de maio de 2011

Aula 57

Devido à inexistência de câmara de filmar aproveitamos esta aula para escrever alguns diálogos para as filmagens seguintes tal como montar parte das gravações.

domingo, 15 de maio de 2011

7º crime...

Quem é que ela enterrou?


Na pequena cidade mineira de McVey, no estado de Washington, Nels Stenstrom e a mulher, Anna, incluím – se entre os comerciantes mais trabalhadores, pois passavam, lado a lado, doze horas, todos os dias da semana, na sua loja.
Então entrou nas suas vidas uma misteriosa tragédia. A 5 de Junho de 1895, Nels Stenstrom desapareceu sem deixar rasto e houve logo quem dissesse que o homenzarrão era leviano e que, com certeza, se fora com outra mulher, mas ninguém queria falar nisso a Anna, porque ela era muito dedicada ao marido.
Anna, porém continuou a gerir a loja como se estivesse a seu lado, expandindo – a e tornando – a mais próspera.
No verão de 1902, Stenstrom foi declarado oficialmente morto, nesse mesmo dia Anna fez uma estranha declaração, que iria encher os jornais dos Estados Unidos: embora o corpo do marido nunca tivesse aparecido, disse, iria dar – lhe uma sepultura condigna e queria a urna, o cerimonial funerário e um serviço religioso condigno.
Era uma ideia tão invulgar que multidões de repórteres e espectadores curiosos acorreram à pequena cidade, pelo que a igreja já estava cheia quando o funeral começou, às duas e meia da tarde do dia 1 de Julho de 1902. Nels fora veterano da guerra e o caixão vazio estava exposto bem à vista, embrulhado na bandeira nacional. Após umas palavras ditas pelo pastor, vários amigos tomaram a palavra para elogiar o falecido.
Anna foi a última a falar, mas mal começara houve uma certa confusão entre a multidão. Um homem grisalho, vestido de farrapos, cambaleou pela coxia, soluçando agarrado ao peito. Alguns disseram que olhou implorantemente para Anna, antes de cair, inconsciente, no chão.
Ela, que foi a primeira a chegar junto dele, tomou – lhe o pulso, e as lágrimas caíam – lhe quando ergueu o olhar, só conseguindo dizer: “É Nels.”
O médico municipal assinou a certidão de óbito, espantado que aquele destroço alcoólico pudesse ter sido outrora o vigoroso Nels, e centenas de pessoas estavam presentes quando os restos do vagabundo foram levados até ao cemitério de Stentrom.
Contudo, a história teve uma incrível sequência.
Enquanto as cidades vizinhas de Roslyn e Cle Elum prosperaram, os veios de carvão tornaram – se fracos em McVey, que se tornou uma terra – fantasma, e assim, depois de Anna ter morrido e sido enterrada junto do marido, um empreiteiro comprou a loja para aproveitar a madeira velha.
Quando esta a demolir a casa, foram encontradas duas campas por baixo do soalho: dois esqueletos jazigam lado a lado e entre eles estava o machado que lhes rachara o crânio.
Um deles era de mulher e nunca seria identificado – tal como o vagabundo que jazia ao lado de Anna – e o homem era igualmente identificável… Seria o do verdadeiro Nels Stenstrom?

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Aula 56

  • Gravação do episódio
Nesta aula fizemos algumas gravações com a presença de vários figurantes, incluindo 2 elemento da turma.